Product Owner – Novo Desafio

Esse ano, está cheio de desafios!

Comecei a trabalhar na construção do LiftBank, desde janeiro, além de desenvolver o nosso aplicativo, estive interagindo com terceiros na criação dos nossos produtos. Lá atrás não tinha a noção do que estava por vir, do mundo que é o desenvolvimento de produtos. Conhecia e já tinha aplicado o framework SCRUM e metodologia ágil, porém, não tinha conhecimento teórico.

Comecei a estudar, lendo livros e montei meu time de desenvolvimento. Procurei então um curso para me tornar Dono do Produto e fui à São Paulo aprender mais.

 

Voltei e fiz uma apresentação para meu time e toda empresa.

Koé - Abilio - Scrum

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De desenvolvedor mobile estou me tornando um Product Owner, tendo cada vez mais a visão do produto como um todo, do cliente, e do negócio.

Por fim, consegui minha certificação como P.O. na Scrum.org. Tenho muito que aprender e aplicar, que venham mais desafios!

PSPO I

Cultura LIFT

Para mim a cultura do LiftBank reflete muito aquilo que temos por objetivo: facilitar a jornada do empreendedor.
Uma jornada de pessoas inconformadas que desejam ser donas de um negócio, serem livres para tomar decisões, solucionar problemas e inovar.
Porém, como toda jornada, existem dificuldades a serem vencidas, barreiras a serem transpostas e responsabilidades a serem assumidas.
Assim, como nosso cliente empreende todos os dias buscando seu sonho, nossa cultura nos leva a também realizar os nossos.
Visamos conquistar nossos objetivos por meio do nosso próprio esforço, sem precisar depender tanto de fatores externos.
Sair do lugar, da nossa zona de conforto e criar valor para nosso time.
Aqui nos divertimos com responsabilidade, buscamos resultados e realizações pessoais e profissionais juntos.
Em muitas outras empresas as pessoas podem até sonhar, mas existem limitações impostas pela própria cultura dessas empresas que se traduzem em normas, regras e procedimentos pré-estabelecidos.
Essas limitações impedem a abertura para o novo para a realização do ato de empreender.
Gosto e me identifico com a cultura Lift por nos desafiar à cada dia. Por nos levar a trilhar um caminho desafiante, difícil e aparentemente impossível, mas que no final se mostra recompensador e nos leva à um crescimento. Aqui no Lift, como o nome já diz estamos CRESCENDO, em constante crescimento!
“Muitas coisas não ousamos empreender por parecerem difíceis; entretanto, são difíceis porque não ousamos empreendê-las.” – Sêneca
Abílio Marcos Coelho de Azevedo

 

Último Semestre

Cheguei ao último período da minha faculdade de Engenharia Elétrica, aonde fiz 3 matérias:

Supervisão e Controle de Processos

Revisamos a parte de acionamento de motores e estudamos plantas industriais e utilizamos PLC para controle de processos.

E aprendemos que existem vários jeitos de fazer circuitos de comando, os circuitos abaixo fazem a mesma coisa, controlam um semáforo, com a diferença que um é muito mais otimizado que o outro:

 

Redes Industriais de Comunicação

Estudamos várias redes industriais:

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E por fim fizemos um projeto de uma rede IoT para detectar se o ar condicionado da sala estava ligado e enviar um sms, comparando a temperatura externa com a interna e com o sensor de presença detectando se tem alguém na sala:

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Sistemas de Telecomunicações

Aonde revisamos os fundamentos das telecomunicações e estudamos diversos sistemas:

  • DSL – Digital Subscriber Lines – Linha Digital do Assinante

É uma família de tecnologias desenvolvida para prover comunicação de voz e dados em alta velocidade, utilizando pares de fios metálicos; É um sistema de transmissão de dados “last mile” usado para prover ao assinante um acesso em banda larga; Esse sistema possui: DSLAM -> Splitters -> Modem A família xDSL, inclui: ADSL, ADSL2, ADSL2+, HDSL, VDSL, VDSL2

  • CATV – CMS

A CMS recebe os múltiplos sinais de TV, VHF e UHF dos canais livres das emissoras de broadcast (ou via fibra óptica direta dos estúdios) e também de geradoras de programas via satélites.

  • HDTV
  • IPTV
  • Cable Modem – CMTS

O CMTS é um equipamento que apresenta as mesmas funções do DSLAM, usado nas tecnologias xDSL. CMTS tipicamente agrega ao serviço de CATV o tráfego de dados no sentido downstream (sentido do assinante). A informação é transmitida em pacotes IP encapsulados de acordo com o padrão DOCSIS. Estes pacotes são transmitidos usando modulação QAM.

  • VOIP

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  • WIFI

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